terça-feira, 19 de abril de 2011

[STBSEB:5774] Materiais radioativos - Alguem confirma?

Estava fazendo pesquisa na rede sobre um outro assunto e acabei me deparando com estas imagens no http://praticaradical.blogspot.com/2007_12_12_archive.html

Alguem confirma?

Na curiosidade procurei por "uranio empobrecido" as imagens são terríveis. Os estragos parecem serem sem fim.
No final inclui o texto que pesquisei para que Serve e o que é?
Então fica também a pergunta: Precisamos de usinas nucleares, para que? Produção de energia? Vale o risco?

EUA – diz um blog tratar-se de humanos nascidos sob 350 toneladas de DU e de 3 a 6 mil milhares de gramas de aerosois de DU

A foto seria de "crianças vítimas de mutilações devido à utilização militar de urânio empobrecido" lançado por tropas da OTAN no primeiro massacre do Iraque pelos EUA, em 1992.


Foi constatada uma contaminação interna por isótopos de urânio empobrecido ("depleted uranium", DU) nos antigos combatentes britânicos, canadianos e estadunidenses da guerra do Golfo, nove anos após a sua exposição a poeiras radioactivas por ocasião da primeira guerra do Golfo. Isótopos de DU foram também observados em amostras de autópsias de pulmões, fígado, rins e ossos retiradas de veteranos canadianos. Em amostras de solo obtidas no Kosovo, foram encontradascentenas de partículas de diâmetro inferior a 5 mícrons que pesavam alguns miligramas. A primeira guerra do Golfo deixou no ambiente 350 toneladas de DU e na atmosfera 3 a 6 milhões de gramas de aerosóis de DU. As suas consequências, o sindroma da guerra do Golfo, consistem em problemas complexos multiorgânicos, progressivos e invalidantes: fadiga invalidante, dores musculo-esqueléticas e articulares, dores de cabeça, problemas neuro-psiquiátricos, alterações de humor, confusão mental, problemas visuais, problemas de equilíbrio, perdas de memória, linfadenopatias, deficiência respiratória, impotência e alterações morfológicas e funcionais do sistema urinário.O que se conhece actualmente sobre as causas é totalmente insuficiente. Depois da operação Anaconda levada a cabo no Afeganistão (2002) a nossa equipa examinou a população nas regiões de Jalalabad, Spin Gar, Tora Bora e Cabul e constatou que os civis apresentavam sintomas semelhantea aos da guerra do Golfo.

Urgeiriça- 'PARECEM CADÁVERES AMBULANTES'
Num artigo publicado hoje no jornal Correio da Manha, Luís Oliveira traça um relato simultaneamente triste e realista das consequências ambientais e humanas da exploração mineira na localidade de Urgeiriça.

"Cancro, "palavra maldita", é o que mais se ouve das pessoas quando interpeladas para falar sobre a realidade que durante décadas dinamizou aquele lugar de Canas de Senhorim, Nelas." relata Luís Oliveira baseando-se nas palavras de António Minhoto, porta-voz dos trabalhadores.

Parecem cadáveres ambulantes é, para o articulista, o retrato que os habitantes fazem de si mesmos. 

Numa altura em que tanto se fala em protecção ambiental e defesa dos cidadãos por um lado e na opção pela energia nuclear por outro é importante ler este artigo.

Se quiseres saber um pouco mais sobre este assunto lê este artigo intituladoRadioactividade- Componente histórica inserido na página Web da CiênciaJ

   A imagem ao lado refere-se a uma amostra de Torbernite mineral extraído destas minas.

Se quiseres saber mais sobre este minério clica na figura.
Também podes aceder à página do Museu Geológico e saber mais sobre este mineral aqui.



As consequências do uso de materiais radioactivos são alarmantes.
Além dos descritos na noticia do Correio da Manha, 
 Dieter Dellinger num artigo de opinião intitulado "Guerra Nuclear Actual"  e inserido no Blog da Paz, descreve algumas das consequências do uso de munições com recurso ao urânio empobrecido.
Malformações congénitas como as da imagem e cancros na medula óssea são algumas das doenças referidas. Se se recordam em 2001, na sequência da morte do soldado Hugo Paulino que tendo estado de serviço na Bósnia foi acometido por uma leucemia fatal, rebentou em Portugal a polémica sobre o uso deste tipo de armamento bélico.
Para saberes mais sobre esta polémica vê este dossier do jornal Público

Publicado por Domingos Oliveira



Urânio empobrecido - você sabe o que é?



Olá leitor,

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Pois é, eu não sabia até ontem.
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Foi quando li o artigo de um grande amigo carioca - Prof. Marcus F. Oliveira, do Instituto de Bioquímica Médica, UFRJ - publicado recentemente na revista Ciência Hoje (no. 241).
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Sempre ouvimos falar de urânio natural ou de urânio enriquecido, não? Mas o que acontece com urânio natural depois que ele é enriquecido? Nunca me fiz esta pergunta, e aposto que nenhum dos leitores jamais tenha feito!
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Vejam um trecho do texto do Prof. Marcus:
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A rica polêmica sobre o urânio empobrecido
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"O urânio natural, encontrado em minérios como uraninita, euxenita e outros, é composto por uma mistura de três isótopos distintos: o urânio 235 (235U), o urânio 234 (234U) e o urânio 238 (238U). O isótopo mais abundante é o 238U (99,28% do urânio natural), seguido pelo 235U (0,71%) e pelo 234U (0,0055%)."
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"(...) apenas o 235U é utilizado como combustível nos reatores de usinas nucleares e em armas nucleares, por ser o único capaz de sofrer fissão nuclear. (...) Como a proporção do 235U é muito baixa no urânio natural, é preciso grandes quantidades deste último para se obter frações mínimas do primeiro. O urânio que sobra nesse processo de produção [o enriquecimento] fica com um percentual de aproximadamente 0,3% de 235U e passa a ser chamado urânio empobrecido."
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E para que serve o urânio empobrecido?
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"Pelo fato de esse metal ser extremamente denso, resistente e inflamável, ele vem sendo amplamente empregado na área civil e militar [produção de balas de urânio, por exemplo - vide foto acima]. Seu uso crescente vem aumentando a dispersão de partículas de urânio empobrecido na natureza, expondo principalmente as populações civis a potenciais riscos cujo real impacto para a saúde humana e o meio ambiente ainda é obscuro e polêmico. "
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"Há ainda a suspeita de que seu emprego em armamentos militares possa ser um modo silencioso de os países com altos estoques desse metal eliminarem resíduos tóxicos de seus territórios, depositando-os em locais atingidos por guerras, principalmente nos últimos 15 anos."
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O texto do Prof Marcus discute ainda a toxicidade do urânio empobrecido (em humanos e em ratinhos de laboratório), não estando ligado a sua baixa radioatividade, mas sim aos efeitos dos íons urânio no organismo, em especial nos rins. Os estudos tem mostrado o potencial cancerígeno do urânio empobrecido.
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Para quem se interessar pelo texto na íntegra, basta nos escrever que enviamos o PDF (cienciabrasil@gmail.com). Vale a pena a leitura - recomendo !
fonte: http://cienciabrasil.blogspot.com/2007/11/urnio-empobrecido-voc-sabe-o-que.html

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