segunda-feira, 7 de maio de 2012

História da Criação Sob O Ponto de Vista Médico...

São José dos Pinhais (PR), 07/mai/2012 - (18:08:30 hs)

Olá, pessoALL!

Que o Espírito Santo continue lhe iluminando com os ensinos da
santa Palavra.

Uma interessante visão da semana da criação sob o ponto de
vista da medicina...

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Em caso de dúvidas, poderá contactar-me através de alguma das
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Sendo o que havia para o momento, coloco-me ao vosso inteiro
dispor para prestar maiores esclarecimentos que se façam
necessários.

Abraços em Cristo!

Anderson "Andy" Rieper - Tecnólogo em Processam. de Dados - SPEI
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%%%%%%%%%%%%%%%%% MOMENTO DE MEDITAÇÃO Nr. 945 %%%%%%%%%%%%%%%%%
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Frases ineficazes que humilham a criança, porque a acusam,
reprovam e denunciam através de avaliações negativas: "Você é a
criança mais lerda que conheço." As expressões humilhantes
incluem o uso de insultos: "Como você é estúpido!" Expõem a
criança ao ridículo: "Você é muito burro!" Ou: "Por acaso, você
não tem cérebro?"

A longo prazo, a criança que é constantemente humilhada, sendo
tratada como estúpida, preguiçosa, má e burra, forma uma imagem
inferior e danificada a seu próprio respeito. Com o tempo,
aceitará essa imagem negativa e viverá de acordo com ela.

Para aprender a diferença entre a comunicação eficaz e a
ineficaz durante essas situações, você precisa se familiarizar
com as "afirmações você e eu". A maioria das ordens e
expressões humilhantes contém avaliações desagradáveis da outra
pessoa.

A "declaração na primeira pessoa", ao contrário, se limita a
comunicar ao filho ou adolescente a forma como você se sente
por causa de seu comportamento inaceitável: "Não posso assistir
à TV porque há muito barulho aqui"; "Fico triste quando percebo
que você não fez os trabalhos que lhe pedi"; "Não posso fazer o
jantar enquanto seus brinquedos estiverem espalhados no chão da
cozinha".

Nesse caso, o pai ou a mãe escolheu palavras adequadas para
dizer ao filho que os pais também têm sentimentos. Se o papai
está cansado e não está com vontade de brincar, terá feito uma
má escolha das palavras para comunicar seus sentimentos se
disser: "Você é uma criança que realmente perturba."

As "declarações na primeira pessoa" contém uma explicação de
como o pai ou a mãe se sentem por causa do mau comportamento.
Não condenam a criança, mas se referem unicamente ao
comportamento inaceitável, com o qual estabelecem uma diferença
entre a criança e sua conduta. As declarações na primeira
pessoa têm mais probabilidade de produzir mudanças positivas no
comportamento e reduzir os sentimentos de resistência e
rebeldia do que as declarações na segunda pessoa.

Na segunda pessoa, a criança interpreta como um julgamento do
que ela vale, enquanto as declarações na primeira pessoa se
referem apenas aos sentimentos do pai e da mãe.

Uma declaração eficaz na primeira pessoa tem três partes:

a) Uma declaração de como o comportamento inaceitável da
criança faz o pai ou a mãe se sentir.

b) Uma descrição não condenatória do comportamento da criança
(nessa descrição, a segunda pessoa pode ser usada).

c) Uma explicação sobre o efeito que esse comportamento exerce
sobre você.

Então, o formato de uma declaração em primeira pessoa seria:
"Me sinto... (1)... quando você... (2)... porque... (3)..."

Aqui estão alguns exemplos de declarações eficazes na primeira
pessoa. Note que não contém ordens e expressões humilhantes.

Exemplo 1: O pai cochila no sofá depois do jantar, mas de
repente é acordado com uma briga entre irmãos. "Não posso
dormir com tanto barulho. Tive um dia difícil e quero descansar
sem ouvir essas brigas."

Exemplo 2: A mãe está usando o computador. Seu filhinho
descobre a tomada e de repente a desliga. "Hoje não tenho muito
tempo para digitar. Perco tempo no trabalho cada vez que
preciso colocar a tomada que você tira. Não tenho tempo para
brincar agora."

Exemplo 3: O filho, que, com freqüência, escapa de escovar os
dentes, aparece com um grande sorriso à mesa na hora do jantar,
mas com restos de comida na boca. "Gosto quando você sorri,mas
não posso suportar esses dentes sujos enquanto estou comendo.
Perco o apetite."

Exemplo 4: Um adolescente ouve uma música que seus pais não
aprovam. "Não posso suportar esse tipo de música. Afeta meus
nervos e eu fico irritado."

As declarações na primeira pessoa podem produzir resultados
assombrosos. Os filhos ficam surpresos de saber como os pais
realmente se sentem. Com freqüência, dizem: "Não sabia que o
incomodava tanto." Ou: "Não pensava que realmente se importasse
se eu..." Ou ainda: "Porque não me disse antes o que sentia?"
Quando os filhos compreendem o impacto de seu comportamento nas
outras pessoas, freqüentemente abandonam sua atitude
irresponsável e se comportam com responsabilidade.

Para maiores referências, consultar COMO FORMAR FILHOS
VENCEDORES, páginas 43 e 44, autora Nancy Van Pelt, editora
Casa Publicadora Brasileira...

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