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%%%%%%%%%%%%%%%%% MOMENTO DE MEDITAÇÃO Nr. 861 %%%%%%%%%%%%%%%%%
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"É a Bíblia contra os médicos?"
"E caiu Asa doente de seus pés no ano trigésimo-nono do seu
reinado; grande por extremo era sua enfermidade, e, contudo, na
sua enfermidade, não buscou ao Senhor, mas, antes, aos médicos.
" (2 CRÔNICAS 16:12)
A maioria dos reis de Israel foi reprovada por não viver de
acordo com a expectativa divina quanto à sua vida particular ou
à administração dos negócios públicos. E o veredicto negativo
de nosso texto só foi dado no caso do rei Asa por ter recorrido
a médicos.
Essa reprovação tem sido objeto de muitas especulações. Para
alguns, ela significa uma condenação geral dos médicos. O que,
de fato, significa?
No nono século a.C. - época do rei Asa -, havia pouco para
distinguir o médico de um curandeiro. Não havia escolas de
medicina em Israel ou em qualquer outro lugar do mundo.
Somente no Egito as coisas eram um tanto diferentes. Lá vemos o
desabrochar de uma erudição médica, como no Papiro Cirúrgico
Edwin Smith, que data do tempo em que as pirâmides de Kufu,
Quefrén e Miquerinos foram erigidas. Era uma época em que o
gênio egípcio brilhava nos vários ramos do conhecimento, tais
como arquitetura, matemática e medicina. Os egípcios separavam
a medicina da mágica e descreviam as várias enfermidades com
objetividade surpreendente. No papiro mencionado acima, por
exemplo, certas enfermidades são descritas por seus sintomas, e
um prognóstico era feito sobre sua duração e gravidade.
A matéria médica, contudo, era mínima: várias poções preparadas
com sementes, raízes ou casca de árvores - ou, pior ainda, com
chifres e outras partes de animais pulverizadas. O médico
egípcio cria, no entanto, que o tempo era o grande curador, e
em muitos casos se limitava a receitar uma dieta apropriada.
Infelizmente, depois de atingir certo nível de racionalidade, a
erudição médica egípcia sucumbiu à influência da feitiçaria. A
feitiçaria, como um estudioso observou, foi a praga que na
antiguidade arruinou tanto a religião quanto a prática médica.
Poderiam os israelitas ter aprendido algo dos egípcios sobre
conhecimento médico? Dificilmente. Há uma referência aos
médicos egípcios ocupados com o embalsamento do corpo do
patriarca Jacó (Gênesis 50:2). Mas esses funcionários (chamados
médicos) na realidade não eram mais do que peritos na arte de
embalsamar.
As condições não eram muito diferentes em Babilônia, apesar de
seu brilho nas áreas de astronomia e matemática. Os babilônios
tinham sua farmacopéia primitiva e praticavam certas operações
simples, mas, como um todo, sua erudição médica era amarrada
pela mão pesada da tradição e sufocada por uma crença
perniciosa na mágica. Ao visitar Babilônia em meados do quinto
século a.C., Heródoto, o "pai da história", pôde observar a
condição medíocre da medicina babilônica. Com seus próprios
olhos viu os doentes em pé nas praças públicas esperando
receber conselho médico de qualquer transeunte.
Assim é imperativo compreender o caso de Asa em seu próprio
contexto. Asa era um monarca que temia a Deus, recebendo o
elogio de que "fez o que era reto aos olhos do Senhor" (1 Reis
15:11). "Foi o coração de Asa reto para com o Senhor todos os
seus dias" (verso 14).
Mas uma vida digna de louvor não é garantia contra a
enfermidade. Asa, na sua velhice, ficou enfermo dos pés (verso
23). "Sua enfermidade tornou-se grave", disse o cronista. Em
sua angústia, Asa esqueceu-se de Deus. Esqueceu a promessa
divina que lhe trouxera o profeta Hanani (2 Crônicas 16:9).
Ajuda e conforto estavam a seu alcance, mas, na fornalha da
aflição, Asa deixou de dirigir seus olhos para o Céu.
Levando em conta o que acabamos de ver - a saber, que os
médicos nos dias de Asa estava pouco acima dos curandeiros -
torna-se compreensível o motivo pelo qual o rei foi reprovado
por ter "recorrido à médicos". Em parte alguma, naquela época
remota, havia qualquer conhecimento médico digno do nome. A
medicina e a feitiçaria iam de mãos dadas naquele tempo
longínquo, e o rei deveria sabê-lo. Como o rei Ezequias tinha
buscado e recebido o conselho do profeta Isaías em sua
enfermidade, Asa também poderia ter buscado o conselho do
profeta Hanani.
Não deveríamos, portanto, interpretar nosso texto à luz dos
conhecimentos do século vinte. Na verdade, mesmo no primeiro
século de nossa era, as coisas já tinham mudado - haja vista a
vida e atividade de "Lucas, o médico amado" (Colossenses 4:14).
Depois de Hipócrates (quinto século a.C.), o pai da medicina
racional, os médicos passaram a desfrutar de um prestígio cada
vez mais merecido. Nos dias de Asa, porém, a situação era bem
diferente. O único caminho apropriado para Asa, em face de uma
enfermidade grave, era confiar inteiramente no Senhor.
Para maiores referências, consultar REVISTA ADVENTISTA, edição
Julho de 2003, página 16, autor Siegfried J. Schwantes, editora
Casa Publicadora Brasileira...



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