Saiu no Portal IG...
Pr Hélio Dibiasi
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BBB10: Boninho brinca com a fama de Deus no programa: "Prefiro o diabo" Boninho brinca com a fama de Deus no programa: "Prefiro o diabo" Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro
Alguns o chamam de "big boss", outros, mais exagerados, se referem a ele como "Deus". José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho, prefere outro adjetivo. "Se tiver de me sentir algo, prefiro o diabo. Adoro infernizar e piorar a vida deles (dos participantes) na casa", diz o diretor do Big Brother Brasil, que chega no dia 30 de março ao término de sua décima edição.
Para quem acreditava que a fórmula do reality show estava esgotada, dois recordes recentes para comprovar o contrário: O paredão que trazia Angélica, Dicesar e Dourado, na noite de 23 de fevereiro, recebeu mais de 77 milhões de votos. Segundo dados do Ibope, o programa se mantém bem à frente dos concorrentes na audiência registrada no mesmo horário, com uma média de 34 pontos.
Tudo, claro, mérito da equipe liderada por Boninho. "A cada programa, aprendemos com os participantes e, baseados nisso, criamos e desenvolvemos novas ideias. Nosso lema é único: surpreender o público e os participantes em cada nova edição", afirma ele, aos 49 anos, diretor de Núcleo da TV Globo, responsável também pela direção de programas como o "Mais Você", "Estrelas", "Vídeo Show" e "TV Globinho".
A dedicação ao programa é tanta que Boninho não tem nem tempo para entrevistas ao vivo. Afinal, sendo o deus - ou o diabo – do BBB, ele precisa estar onipresente. Em uma rara brecha em sua agenda, o diretor fala, por email, com exclusividade ao iG. Tece comentários sobre sexo entre os participantes do programa, fala do papel da internet como parâmetro do sucesso do BBB e comenta, inclusive, as farpas que solta no microblog twitter. Sobra até para a cantora Rita Lee, que criticou dia desses o programa como sendo "repetitivo". "Ela não gosta do BBB e eu não gosto das críticas dela", diz o todo poderoso.
BBB10: Boninho brinca com a fama de Deus no programa: "Prefiro o diabo" Boninho brinca com a fama de Deus no programa: "Prefiro o diabo" Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro
Alguns o chamam de "big boss", outros, mais exagerados, se referem a ele como "Deus". José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho, prefere outro adjetivo. "Se tiver de me sentir algo, prefiro o diabo. Adoro infernizar e piorar a vida deles (dos participantes) na casa", diz o diretor do Big Brother Brasil, que chega no dia 30 de março ao término de sua décima edição.
Para quem acreditava que a fórmula do reality show estava esgotada, dois recordes recentes para comprovar o contrário: O paredão que trazia Angélica, Dicesar e Dourado, na noite de 23 de fevereiro, recebeu mais de 77 milhões de votos. Segundo dados do Ibope, o programa se mantém bem à frente dos concorrentes na audiência registrada no mesmo horário, com uma média de 34 pontos.
Tudo, claro, mérito da equipe liderada por Boninho. "A cada programa, aprendemos com os participantes e, baseados nisso, criamos e desenvolvemos novas ideias. Nosso lema é único: surpreender o público e os participantes em cada nova edição", afirma ele, aos 49 anos, diretor de Núcleo da TV Globo, responsável também pela direção de programas como o "Mais Você", "Estrelas", "Vídeo Show" e "TV Globinho".
A dedicação ao programa é tanta que Boninho não tem nem tempo para entrevistas ao vivo. Afinal, sendo o deus - ou o diabo – do BBB, ele precisa estar onipresente. Em uma rara brecha em sua agenda, o diretor fala, por email, com exclusividade ao iG. Tece comentários sobre sexo entre os participantes do programa, fala do papel da internet como parâmetro do sucesso do BBB e comenta, inclusive, as farpas que solta no microblog twitter. Sobra até para a cantora Rita Lee, que criticou dia desses o programa como sendo "repetitivo". "Ela não gosta do BBB e eu não gosto das críticas dela", diz o todo poderoso.
G: Como explicar a vitalidade de um reality show, que chegou agora à 10ª edição?
Boninho: Esse é o nosso compromisso, não deixar a peteca cair. Para ter uma ideia, já estamos pensando no BBB11. Mudanças e novidades. A cada programa, aprendemos com os participantes e, baseados nisso, criamos e desenvolvemos novas ideias para o programa. Nosso lema é único: surpreender o público e os participantes em cada nova edição.
iG: Por que o BBB faz tanto sucesso no Brasil, em detrimento de outros países que já exibiram e não exibem mais o reality show?
Boninho: Acho que nosso diferencial é a edição e a maneira como encaramos o reality. Em alguns países, o jogo é levado muito a sério. Aqui é tudo mais solto, mais divertido. Gostamos de rir do nosso próprio trabalho, não nos levamos a sério.
iG: Rita Lee disse que acha o BBB um programa repetitivo, sempre igual. Você respondeu (dia 1/3) via twitter que Rita Lee virou "uma velha chata pra caramba". Como você lida com as críticas?
Boninho: Conheço a Rita, ou melhor, titia Rita me conhece desde meus cinco anos de idade. Era amiga da minha mãe – e, olha só, me apelidou de dente de coelho, veja que mimo! Ela não gosta do BBB e eu não gosto das críticas dela. O twitter é um mercado livre. Mas fica só nisso. Ainda tenho no meu IPhone "Esse tal de Rock and Roll", a versão original.
iG: No dia 28/2, também no twitter, você postou: "Acabei de encontrar a Morango no Projac, tá linda! Com um sorriso maravilhoso". Você mantém relação de amizade com algum ex-participante? Se sim, qual? Se não, por quê?
Boninho: Sou um cara muito chato, tenho poucos amigos.
iG: Também no twitter, dia 28/2, você postou: "Botamos no BBB os piores, cabe a vocês decidir o menos ruim para ganhar o jogo. Não é um voto para vencer. É um reality para eliminar". Por que considera estes participantes como os "piores"?
Boninho: Você anda me seguindo no twitter! Hashasahas! Eles estão sendo competidores fantásticos, um dos melhores times de todas as edições. O jogo está rolando solto e é isso que o público espera. Mas a síntese de um reality é a eliminação. É o grande barato do público, cortar cabeças. Por isso damos a eles entrada, prato e sobremesa. Assim o telespectador pode se fartar de ódio e eliminar com prazer.
iG: Este BBB teve dois gays (sendo um deles uma drag queen) e uma lésbica assumidos. Você acredita que o BBB tem um papel de quebrar estas barreiras do preconceito na sociedade?
Boninho: Não, pensamos apenas no jogo. Inclusive porque não colocamos ninguém para ser representante de algo específico, escolhemos pessoas.
iG: Como você quer que, futuramente, o programa do BBB seja lembrado?
Boninho: Temos mais duas edições garantidas. Por enquanto tenho que imaginar como ele será visto em 2012. Até lá vou pensar nisso.
iG: Por que apenas duas mulheres venceram o BBB até hoje? As mulheres são maioria entre os votantes? Vocês têm pesquisa a esse respeito?
Boninho: Nas entrevistas com candidatos, costumo brincar que mulher não ganha BBB. Por quê? Juro que também não sei.
iG: Há quem duvide da lisura do processo de votação do BBB. Por que a Globo não abre para o público o processo de apuração da votação, como era por exemplo com o programa "Você Decide"? É uma questão de incapacidade técnica ou de estratégia comercial?
Boninho: O BBB é certamente o programa com mais "Teorias da Conspiração" que já ouvi falar. Vocês e outros meios pegam carona no BBB, na apuração e em 80% ou mais dos paredões são próximos. Todos "fazem" o mesmo jogo, todo mundo conspira com o BBB? Lógico que não, então onde está a "manipulação"? A TV Globo é uma empresa responsável, não iria jogar fora sua credibilidade com qualquer programa. A decisão de não mostrar os números antes da eliminação é puramente artística.
iG: Você usa a internet como parâmetro para as novidades que serão apresentadas no BBB? De que forma você se influencia pelos comentários dos internautas sobre o programa?
Boninho: A internet é fundamental para a repercussão do programa, que precisa viver de comentários no dia seguinte. Torcidas, comunidades e críticas são o termômetro para a nossa edição. É uma conversa de comadre elevada a milhões. A TV aberta vive disso, de seus folhetins e de aproveitar com inteligência esse universo que é totalmente positivo para uma nova audiência. A galera do microblog que me persegue é ótima, alguns já viraram amigos e nem falam sobre 'BBB'. Mesmo assim, a maioria só anda nesse universo. Não deixa de ser um canal direto comigo e é lógico que eles me inspiram, me ajudam a perceber o que o público quer.
iG: Como produto comercial e linguagem televisiva, quais são as diferenças entre um BBB e uma novela? É possível comparar a rentabilidade do BBB com a de uma novela da emissora?
Boninho: Muitas. Os formatos são diferentes. O BBB é um reality show. A edição, sim, tem elementos de humor e brinca com o tom dramatúrgico brasileiro.
iG: A demanda por informações sobre o "BBB" movimenta a internet de forma significativa e vai além do site oficial, que superou, segundo medição do Ibope, os 7,9 milhões de visitantes únicos em janeiro. O número foi inédito e 25% superior ao do mesmo período do ano passado. Você vê o BBB, essencialmente, como produto comercial ou de entretenimento?
Boninho: Em fevereiro batemos 9,5 milhões. Número bonitinho, você não acha? O 'BBB' é um programa de entretenimento produzido por uma empresa privada. E como diz um dos nossos clientes, a relação do programa "custo por mil" (cálculo do preço cobrado para publicidade em relação a público que atinge), tá barato pra caramba!
iG: Alguns participantes te chamam de "Deus", de "big boss". Gosta desses termos? Dirigindo a vida dos participantes dentro do programa, voce se acha assim mesmo, um pouco deus?
Boninho: Isso foi uma invenção que surgiu no BBB2. Eles não podem falar ou se dirigir à produção ou a mim diretamente. Como a minha voz (praticamente a única que eles ouvem durante esses três meses) é amplificada, fica um som cavernoso, daí a piada. Se tiver de me sentir algo, prefiro o diabo. Adoro infernizar e piorar a vida deles na casa. (risos)
iG: Quando tempo, em média, por dia, você acompanha o BBB?
Boninho: Passo o tempo que for preciso. Na realidade, não me desligo do BBB, fico com o pay-per-view ligado 24 horas.
iG: Você faria uma edição do BBB só com famosos?
Boninho: É ainda algo distante, por enquanto quem manda é a galera.
iG: Rolou sexo oral entre Tessália e Michel nesta 10ª edição do programa?
Boninho: Não desenvolvi câmeras com raio-X. O que foi possível mostrar, mostramos. Mesmo assim não sou a pessoa indicada para te responder, já que não fui convidado para a festa (risos). Pergunta para a Tessália!
iG: Já rolou sexo em alguma outra edição do BBB? Qual?
Boninho: Você está se referindo a que tipo de sexo? Digamos que sua pergunta seja sobre sexo em geral. Então vamos ser honestos. Tivemos até hoje vários casais enamorados, pombinhos apaixonados. Se a definição de sexo é carinho, carícias quentes, acho que sim. Lógico que alguma coisa aconteceu, mas como não vimos, não temos como provar. Aliás, é melhor assim, sexo não é o nosso foco, preferimos o jogo, as provas, o bom-humor.
iG: A Rede Record ameaçou a audiência da Globo com a primeira edição de "A Fazenda", que foi ao ar no ano passado. Em algum momento isso te preocupou? Você viu o programa? Gostou?
Boninho: Minha preocupação é com o BBB, fazer um programa bem feito, que agrade o público.
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