Quando recebi a noticia de que seria pai, tanto da Geovanna, quanto da Bianca o meu contentamento foi gigante. Sonhar com a vida das duas foi espontâneo e natural. Eu e a Cris recém-grávidos, passávamos as mãos sobre a sua barriga que ainda nem começava a mostrar sinais das minhas meninas. Na nossa imaginação, eram os nossos nenéns que acariciávamos; mas , se olharmos friamente, esses embriões ou fetos ainda não tinham desenvolvido órgãos e o sistema nervoso para que pudéssemos chamá-los de nenéns. No fundo, nós como futuros pais acariciávamos o futuro que desejávamos e sonhávamos...
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