segunda-feira, 8 de novembro de 2010

[STBSEB:4949] São as mulheres que ‘educam’ os homens mal educados, artigo de Lélia Barbosa de Sousa Sá

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São as mulheres que 'educam' os homens mal educados, artigo de Lélia Barbosa de Sousa Sá

[EcoDebate] A maioria das mulheres não gosta de se relacionar com homens que não tem educação, em outras palavras, com homens sem compostura, sem sensibilidade, sem bom senso, que gritam e batem em mulheres, que chamam palavrões, que não sabem expressar uma dose de carinho, que não sabem tratar uma mulher.

Como boa observadora e sempre presente no universo masculino, devido, principalmente, à minha profissão, estive conjecturando do por quê dos homens serem mal educados? De quem seria a culpa, se é que existe? Qual a raiz desse mal?

Como todo mal deve ser cortado pela raiz, saí à procura dessa "raiz".

Já faz algum tempo que tenho buscado resposta para essa questão. A memória da minha juventude me fez lembrar de situações que presenciei ou ouvi e cheguei à conclusão de que a raiz desse mal são as mulheres egoístas, ou melhor, as mães egoístas.

Nas minhas lembranças eu revi cenas de diferentes mães que, na ânsia de defender os seus filhos, os tornaram mal educados.

Eu ouvi mães falarem para os filhos mentirem para as namoradas, para que eles ficassem em casa com elas.

Eu ouvi mães ensinarem os filhos a tratar as mulheres de forma áspera, para que elas não tivessem poder sobre eles.

Eu vi muitas mães medindo forças com a namorada do filho, para ver quem cozinhava melhor, uma forma de diminuí-la e, com isso, afastá-la do filhinho indefeso.

Eu vi mães desmerecendo a namorada do filho, no intuito de mantê-lo sob controle, como se fosse "sua propriedade" e não tivessem vontade própria.

Eu vi mães dizendo que homem não chora e esse choro contido muitas vezes se transformar num explosivo com danos irreparáveis.

Eu vi mães dizerem que as mulheres não prestam e somente elas são merecedoras da confiança e do carinho do seu filhinho amado.

Eu vi mães chantagearem, emocionalmente, os filhos e procurarem, de todas as formas, atraí – los de volta pra casa, por não se conformarem de terem "perdido" a "sua propriedade" pra outra mulher.

Eu vi mães caluniarem as noras e forçarem a separação do casal, para que o apoio financeiro, da época de solteiro, voltasse a ser exclusivo delas.

São esses filhos mal educados que, ao constituírem família, se tornam maridos e pais violentos, porque foi isso que aprenderam e acham que é a maneira correta de agir.

São esses filhos que, quando crianças, gravaram na memória os ensinamentos das mães egoístas e na vida adulta, ao colocar em prática, não percebem que a mulher é um ser humano e deve ser tratada como tal.

São esses filhos que se tornam pais e olham para as filhas, não como filhas, mas como propriedade e mulheres submissas aos seus prazeres carnais, pois aprenderam que somente à mãe é devido o respeito.

São esses filhos que vão transferir para as outras gerações a violência domestica. Assim se forma um circulo vicioso que, na maioria das vezes, termina na cadeia ou em morte.

Ao ouvir, presenciar e estudar sobre o assunto eu tenho procurado criar o meu único filho, ensinando – o como se deve tratar uma mulher e, desde a adolescência, ele abre a porta do carro pra mim. É um gesto singelo, porém de grande valor. Ele aprendeu que um simples "abrir de porta" é um ato de carinho e faz uma mulher feliz, além de gerar amor, sentimento esse capaz de inspirar uma mulher a amar e educar os seus filhos de forma "educada".

Lélia Barbosa de Sousa Sá, paraense, engenheira civil e ex-presidente do CREA-DF.



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