E teremos de tirar o nosso filho da escola pública?!
Já pensaram em nossos filhos carregando os filhos deles nas costas?!
Tendo de parar a brincadeira na hora do recreio porque eles querem brincar de outra coisa?
Já imaginaram um filho chegando em casa e contando que a professora mudou a disciplina do dia e deu aula ensinando como burlar a Receita Federal, esconder dinheiro na cueca, dentro da Bíblia (esse era político ou após-tolo? A mesma coisa...), fazer um carro cosumir cem litros por quilômetro, corromper e fazer cara de que não sabe de nada?!...
Imaginem como seria muito mais difícil demonstrar a um filho que não é correto enganar, espezinhar, roubar, mentir descaradamente, obrigar os nossos filhos a fazerem a prova para eles, e todas as coisas que os filhos dos políticos fazem normalmente como consequência do aprendizado pela convivência com os pais?
Se já temos dificuldades sem a influência deles, quanto pior será com eles por perto, vivendo aquela vida tão excelente que dizem viver e que na aparência demonstra uma vida apreciável, mas que para isso precisam recorrer as falcatruas, armações e tudo aquilo que não presta para alguém digno?
Não! Deixem os filhos dos políticos longe dos nossos filhos e perto daqueles que já estão condenados a serem filhos de político!
Deixem os nossos filhos em paz e longe de tão grande má influência. Já nos bastam os impostos que temos de pagar. Isso nós até suportamos...Mas a obrigatoriedade de convivência dos nossos filhos com os filhos dos políticos será motivo para uma grande revolta popular.
Preparemos para queimar ônibus, quebrar vidraças, soltar bombas e jogar pedras em quem quiser nos impedir de protestar!!!
Aumentem os impostos, a jornada de trabalho, diminuam o período de férias, cancelem o direito ao décimo terceiro salário e ao transporte, mas não nos obriguem a uma coisa desprezível dessas.
O meu filho não irá estudar e ou ter de participar do mesmo ambiente que um filho de político!!!
Para isso eles recebem um excelente salário e vivem às nossas custas; para que se mantenham distantes de nós. Eles e seus filhos.
Dc. Henri - membro da OBBH.
Felicidade é estar no centro da vontade de Deus!!!
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De: Pr Genilson - Ribeirão Preto SP Vaz <pibpastor@hotmail.com>
Enviadas: Sábado, 6 de Março de 2010 15:11:59
Assunto: [Batistas do Brasil] IDÉIA SENSACIONAL!!!
Divulguem!
GENIAL!!!! ESPETACULAR! !!!
Só assim para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro. Um país se mede pela educação do seu povo. Educação de qualidade para todos. É a única chance que os mais pobres teem para competir de igual para igual no meio acadêmico!
Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas.
Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque. Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.
As conseqüências seriam as melhores possíveis. Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil. SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA. http://www.senado. gov.br/sf/ atividade/ Materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=82166 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE. BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES.
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007 PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica. Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014. Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas. JUSTIFICAÇÃO No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público. Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios. Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos. Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais - vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras. O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos: a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo; b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas. c) financeiro: evitará a "evasão legal" de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação; d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil. Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará 2 completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos. Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo -, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres. Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto. Sala das Sessões, Senador CRISTOVAM BUARQUE
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Atualizado em 17/02/2010
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